29 de set. de 2010

Cidade do futuro, Masdar City tem energia 100% renovável

       Um projeto arquitetônico grandioso promete transformar as dunas de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, no modelo de cidade do futuro. Batizada de Masdar City, a construção tem a sustentabilidade como foco e promete ser isenta de emissões de CO2. Para isso, contará com tudo que o conhecimento humano e o dinheiro dos maiores petroleiros árabes podem conseguir, como tecnologia de ponta e investimento da casa dos US$ 22 bilhões.

       Segundo o responsável pelo projeto, o renomado arquiteto inglês Norman Foster, o resultado de tanto empenho será uma cidade com matriz energética 100% renovável, uso exclusivo de transporte público, refrigeração natural dos edifícios e ruas da cidade baseada na arquitetura árabe tradicional, e até documentação dos habitantes totalmente digital para evitar o uso de papel.

       Por ironia ou não, o projeto, resultado de uma parceria do governo local com os sultões do “ouro negro” dos Emirados Árabes, visa ser um modelo que ajude a preparar o país para a era pós-petróleo, na qual o mundo terá que se adaptar em todas as esferas de produção e consumo.

       Para Ouroussoff, a cidade não é apenas uma miragem futurista e tem muitos pontos positivos, como a integração entre tecnologias de última geração e o design antigo das cidades árabes, inserida em uma sociedade que convive com o tradicional e o moderno diariamente. “Uma visão que, a princípio, transborda esperança”, afirma.

28 de set. de 2010

Especial Rio Verde FM

Nesta quarta-feira dia 29 de setembro, o Especial Rio Verde FM destaca a história e sucessos do cantor, músico e compositor Ray Charles



       Raymond Charles Robinson nasceu em Albany no estado da Geórgia, em 23 de setembro de 1930. Mudando-se para Green Ville na Flórida, perdeu toda a visão aos sete anos de idade vítima de um glaucoma. Sua mãe, uma lavadeira, estava sem nenhum recurso financeiro e matriculou Raymond na escola para cegos Saint Augustine. Foi neste colégio que o menino aprendeu a ler e escrever música em braile. Também aprendeu a tocar piano, sax, órgão, trompete e clarineta. Com a morte de sua mãe em 1945, o garoto abandonou a escola e mudou-se para Jacksonville, onde tentaria seguir a carreira de músico profissional. Em pouco tempo conseguiu entrar em um grupo musical chamado Florida Playboys. Dois anos mais tarde mudou-se para Seaton.

       Em Seaton, resolveu mudar seu nome para Ray Charles, pois ele não queria seu nome confundido com Ray Robinson, um famoso boxeador da época. Ray Charles começou a compor músicas que misturavam o Blues com canções de cultos religiosos, ou seja, o Blues somado ao Gospel se tornaria o Soul Music. Este gênero viria a influenciar cantores como: Little Richard, Chuck Berry e Elvis Presley. Apesar das críticas, Ray Charles conseguiu unir brancos e negros para ouvirem suas músicas. Seu primeiro contrato com uma gravadora aconteceu em 1952. Sua carreira só não foi mais promissora pelo seu envolvimento com as drogas. Ray Charles foi viciado em heroína por mais de 15 anos, freqüentemente se internava em clínicas especializadas tentando abandonar o vício. Em sua autobiografia Ray Charles escreveu: "Eu fiz isso a mim mesmo, não foi a sociedade, não fui um traficante, foi tudo minha culpa."
 
       Ray Charles foi um artista completo. Seu estilo em cantar e compor atraiu a atenção de vários outros artistas dos mais variados segmentos. Tocou ao lado do cantor country Billy Nelson, do grupo pop Chaka Khan e do roqueiro Eric Clapton. Certa vez, Frank Sinatra declarou que Ray era o único gênio do negócio, Ray Charles responde que gênio era Einstein e não ele. Em toda a sua carreira ganhou 12 prêmios Grammy, sete deles entre os anos de 1960 e 1966. Esteve no Brasil por sete vezes, a última em 1995 cantando no Parque do Ibirapuera na cidade de São Paulo para 150 mil pessoas. Em 1986 ele foi homenageado na Casa Branca pelo presidente Roland Graymond em agradecimento ao grande serviço prestado à arte norte-americana. Porém, segundo Ray Charles, seu maior orgulha da carreira foi ver sua canção "Georgia on My Mind" tornar-se música oficial do estado da Geórgia.

       Ray Charles foi um lutador, desde pequeno lutou contra a miséria, a cegueira e a perda de sua mãe, depois venceu o vício e o racismo que sofria. Ele morreu em sua casa em Beverly Hills no dia 10 de junho de 2004, deixou 11 filhos, 20 netos e cinco bisnetos. Sua última aparição pública foi no dia 30 de abriu de 2004. A prefeitura de Los Angeles homenageou Ray Charles declarando monumento histórico o estúdio do cantor desde 1964. Uma das declarações mais famosas de Ray Charles foi: "Nasci com a música dentro de mim. A música é parte de mim, assim como meu sangue."

27 de set. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h, o maestro Celso Murilo fala sobre os intérpretes e músicos da música nacional e internacional, dando a sua opinião sincera e sem censura. Nesta terça-feira a opinião sobre Roberto Menescal.


O maestro diz: "Hoje vou falar de um tremendo músico arranjador, uma pessoa espetacular que eu admiro demais. Está sempre com um sorriso muito simpático para todo mundo, não é aquele sorriso comercial para fazer média, é educação e bom humor mesmo: Roberto Menescal. É o balanço de violão que eu gosto mais. Bossa Nova bem elaborada é com ele mesmo, tanto tocando como arranjando. Tem um tremendo gosto, harmoniza maravilhosamente bem, cria climas diferentes e originais em tudo que faz. Não é a toa que é procurado para acompanhar e gravar por todos os bons artistas. O Durval Ferreira me falou que ele me conhece e perguntou por onde eu andava, mas nunca tive contato direto com ele, o que eu gostaria demais pois o admiro muito. Quanto aos trabalhos dele, são tantos que eu ficaria mais de uma hora para mencioná-los. Vou lembrá-los só de um que vale por dez: as Aquarelas do Emílio Santiago. Agora, o forte dele é acompanhar. Ele sola muito bem, tem uma técnica muito boa, mas o forte são os arranjos. Ele cria muita coisa bonita."

25 de set. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


A NOSSA ESCOLHA: UM PLANO PARA SOLUCIONAR A CRISE CLIMÁTICA

Trata-se de um chamado inspirado para a ação daqueles que estejam prontos para lutar por soluções para a crise climática que realmente funcionem - incluindo algumas iniciativas ousadas que eram consideradas impossíveis até pouco tempo atrás, mas que agora estão ganhando força ao redor do mundo.

A NOSSA ESCOLHA: UM PLANO PARA SOLUCIONAR A CRISE CLIMÁTICA
Al Gore
Editora Amarilys

24 de set. de 2010

ROTEIRO CULTURAL


SEU JORGE NO CITIBANK HALL

O cantor sobe ao palco para realizar um show no qual celebra 10 anos de carreira e 40 de vida. No repertório, Seu Jorge apresenta canções que se tornaram sucesso, como Burguesinha, Mina do Condomínio, Tive Razão, Seu Olhar, Pessoal Particular, Carolina, Cotidiano, Trabalhador entre outras.

Dia 25/09 - Sábado às 22h

Citibank Hall
Avenida dos Jamaris - 213
Moema - São Paulo

23 de set. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


EDUCAÇÃO AMBIENTAL - SOBRE PRINCÍPIOS, METODOLOGIA E ATITUDES

A proposta deste livro consiste em trazer para a Metodologia da Educação Ambiental uma reflexão que busca intervir no debate e nas práticas relativas à construção de alternativas metodológicas de trabalho com a Educação Ambiental. Como forma de contribuir com este tema, a obra apresenta uma das alternativas possíveis de trabalho com as questões ambientais que o autor chama de Mundo como um texto. Nesta alternativa metodológica e pedagógica, a proposta é tomar um problema Ambiental qualquer e buscar entendê-lo, abordá-lo a partir de sua leitura e interpretação como se fosse um texto oferecido e/ou construído pelo grupo envolvido com o tema em discussão.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL - SOBRE PRINCÍPIOS, METODOLOGIA E ATITUDES
Valdo Barcelos
Editora Vozes

22 de set. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h, o maestro Celso Murilo fala sobre os intérpretes e músicos da música nacional e internacional, dando a sua opinião sincera e sem censura. Nesta quinta-feira o programa é sobre o cantor Luís Miguel.


       O maestro diz: "O gênero de música que eu e muita gente ligada a essa arte tem como o mais romântico existente é sem dúvida alguma o bolero, desde que bem tocado, bem arranjado e bem cantado. Esse cantor de que vou falar apareceu com um jeito mais moderno de interpretar que valorizou ainda mais esse belíssimo gênero da música, Luís Miguel. Ele veio na "horinha" certa, pois todos os famosos estavam se aposentando ou morreram. Então, algum produtor de disco teve a brilhante ideia de lançar esse rapaz que, para mim, é o melhor que apareceu. Ele ao contrário dos outros, canta bem agudo, tem uma voz linda e, com sua maneira moderna de interpretar, deu uma nova vida aos tradicionais boleros. Quando eu digo "tradicionais" são aqueles imortais como La Barca entre outros, porque tem alguns boleros brasileiros rodando por aí, que são uma desgraça, de um mau gosto fora do comum. Eu acho o Luís Miguel sensacional, os arranjos dos discos dele são de um bom gosto acima da média, é muito bom ouvi-lo."

21 de set. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


O CÉU DE GALILEU

A obra conta a história do roubo de um manuscrito e retrata o desenvolvimento conferido à ciência pelas múltiplas descobertas de Galileu, o protagonista da obra; paralelamente, há uma história cujo cenário é a Inglaterra. Acompanha toda a trajetória pessoal do cientista italiano, desde as glórias científicas até o processo movido contra ele pela Inquisição.

O CÉU DE GALILEU
Gilberto Buchmann
Editora Escrituras

Especial Rio Verde FM

Especial Rio Verde FM, a história e sucessos de grandes nomes da música. Todas as quartas às 15h com reapresentação aos sábados em mesmo horário

Nesta quarta vamos mostrar os grandes momentos musicais de uma grande cantora popular da música brasileira, querida nos Estados Unidos e considerada a primeira dama da Bossa Nova ou então a voz das Américas. Estamos falando de Leny Andrade.


       Nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 26 de janeiro de 1943. Suas tias eram fanáticas por música erudita e por causa disso Leny já cantava aos quatro anos canções de filmes do mesmo gênero. Seus pais Gustavo e Ruth Lima adoravam piano e matricularam a pequena Leny aos seis anos em uma escola para aula de clássicos. Em 1950, ainda com sete anos, Leny ganhou uma bolsa de estudos para o Conservatório Nacional de Música, onde se formou entre os melhores alunos aos 15 anos. Paralelo ao estudo musical, Leny Andrade também participou do Clube do Guri, na TV Tupi. Foi nesta época e neste mesmo programa de TV onde passaram crianças e futuras cantoras como Vanderléia, Rosimere e Elis Regina.
       Terminando o conservatório musical, Leny iniciou sua carreira profissional cantando em orquestras de baile da cidade do Rio de Janeiro. Nesta época surgiu o movimento da Bossa Nova, que deixou Leny inteiramente apaixonada pelo ritmo. Aos 17 anos, ela já conseguia se apresentar no Beco - boate reduto da bossa nova - depois foi convidada para cantar na boate Bacará e em seguida na boate Buttons onde conheceu Sérgio Mendes, quando juntos exploraram e divulgaram aquilo que seria o Samba-jazz. O sucesso e o respeito do meio musical por Leny Andrade foi enorme, ela era admirada por sua interpretação e potencial de voz. Cantou em todas as casas noturnas famosas ao lado dos grandes músicos da época. Em 65, estreou ao lado de Pery Ribeiro e o grupo Bossa Três, formado por Luís Carlos Vinhas, Otávio Bainy e Ronie Mesquita o show Gemini V na boate porão 73. O musical fez tanto sucesso que permaneceu em cartaz durante 14 meses. E tem mais, Leny Andrade e Pery Ribeiro, agora sem o Bossa Três, levaram este mesmo show para uma turnê de alguns meses na Cidade do México. Permaneceram em cartaz naquele país por cinco anos.
       Em 1971, Leny Andrade retornou do México para o Brasil, mas algo estava diferente. A Bossa Nova já não fazia sucesso e a MPB tomava caminhos diferentes. A cantora, dona de talento único, não se intimidou, qualquer que fosse o ritmo ela dominaria. Gravou Cartola, Nelson Cavaquinho, Ivan Lins, Gonzaguinha, Francis Hime e outros grandes compositores mas sem nunca abandonar a Bossa Nova ou a Bossa-jazz. Talvez por isso mesmo, sempre foi convidada para se apresentar nos Estados Unidos, onde a anunciam como Sara Vogue brasileira. Porém, Leny mantém as raízes e suas apresentações são formadas de 90% de autores brasileiros e com obras cantadas em português. Leny Andrade é tão requisitada nos Estados Unidos que até manteve um apartamento na cidade de Nova York até o ano de 2002, quando voltou a morar no Brasil.
       Leny Andrade é mais um dos casos onde o talento musical é mais respeitado e conhecido fora de nossas fronteiras do que em seu próprio país. Quem melhor pode falar sobre esta cantora é mais uma vez o nosso grande colaborador, o maestro Celso Murilo, que apresenta toda terça e quinta o programa Toque Sem Retoque. Celso Murilo tem tanta admiração por Leny que em seu primeiro programa em nossa emissora, foi sobre a grande intérprete. Celso Murilo diz: "Vou começar falando de Leny Andrade, que é sem dúvida uma das melhores cantoras do mundo. Ela se adapta em qualquer tipo de música. Só que ela é tão boa que não a deixa cantar qualquer coisa. Leny tem um recurso vocal tão grande, que não precisa escolher o "tonzinho" certo para cantar, dá o recado em qualquer tom. Eu a conheço muito bem desde a década de 60 quando ela começou, e aqui para nós, começou a cem por hora".

20 de set. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


LIXO, RECICLAGEM E SUA HISTÓRIA - GUIA PARA PREFEITURAS BRASILEIRAS

O lixo é matéria-prima fora do lugar. A forma com que a sociedade trata do seu lixo, dos seus velhos, dos meninos de rua e dos doentes mentais atesta o seu grau de civilização. O tratamento do lixo doméstico, além de ser uma questão com complicações tecnológicas é antes de tudo uma questão cultural. Esse foi o correto enfoque do autor no seu oportuno livro, onde desenvolve o tema em profundidade, sendo assim um instrumento ágil para a melhoria da nossa qualidade de vida.

LIXO, RECICLAGEM E SUA HISTÓRIA
Sidney Grippi
Editora Interciência

O Coração Verde de Londres


Londres não tem um só coração. Tem oito. Todos verdes. São os oito Royal Parks da cidade. Todos os anos, cerca de 37 milhões de pessoas, turistas e londrinos, passeiam por esses parques. Mais do que visitar, eles aproveitam ao máximo o que esses imensos espaços verdes oferecem. Seja para um piquenique, um passeio de bicicleta, assistir a um show ou acompanhar uma aula de artes. Dentro dos parques há,também, monumentos e prédios históricos. Ou seja, as possibilidades são ilimitadas.

Além de entreter, essas enormes áreas verdes diminuem a temperatura da cidade, reduzem a velocidade do vento, absorvem a poluição e ajudam a evitar inundações. Alguns dos parques se tornaram também, nos últimos anos, importantes criadouros de espécies da fauna e da flora.

A história dos parques de Londres está intimamente ligada à monarquia. Os parques dos cervos eram, originalmente, áreas de caça dos reis, como o Greenwich Park, em 1433. Outros foram os jardins de palácios, começando com Charles II e o St. James’s Park, ainda em 1660. Gradualmente, a partir de 1845, os parques foram sendo abertos ao público, tornando-se espaços populares.

Atualmente, todo tipo de atividades é realizado por lá. Escolas públicas os utilizam como espaço para aulas práticas; sejam elas de educação física ou de algum tema discutido em classe. Em alguns dos parques há centros esportivos, como o Hub, no Regent’s Park, maior área de esportes ao ar livre no centro de Londres. Só em 2009, 130 mil pessoas participaram de atividades no Hub. Lá, qualquer pessoa pode praticar ginástica, yoga, pilates, futebol ou então esportes tipicamente ingleses como rugby, cricket ou softball. O Hub, especificamente, é administrado pela própria agência dos Royal Parks, mas existem outros centros particulares, como o Clube de Natação Lido, no Hyde Park. Nesse mesmo parque, há uma área de exercícios para a terceira idade, com equipamentos feitos para melhorar força muscular, equilíbrio e flexibilidade.

Em todos os Royal Parks existem playgrounds infantis, um sucesso entre crianças e pais. O mais famoso deles é o Diana Princess of Wales Memorial, em Kensigton Gardens. O parquinho tem, como tema, a história de Peter Pan, com um grande navio pirata e uma praia cheia de areia para os pequenos brincarem.

Além de esportes e recreação, os oito parques também são utilizados como centros educacionais e culturais. Durante o verão, há uma intensa programação. Agora em 2010, há apresentação de peças de teatro para crianças e adultos, concertos de música clássica, performances, workshops, festival gastronômico e muito mais. Os shows no Hyde Park já se tornaram famosos. Este ano, grandes atrações como Stevie Wonder, Paul McCartney, Pearl Jam e Jay-Z vão tocar nos gramados do parque.

TOQUE SEM RETOQUE

O maestro Celso Murilo fala sobre os intérpretes e músicos da música nacional e internacional. Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h. Nesta terça-feira a opinião sobre Jorge Vercilo.



O maestro Celso Murilo diz: "Muito afinado, repertório muito bom. O jeito de cantar tem hora que se parece com Djavan, certas viradas de sua voz. Mas isso é normal, pois todo cantor novo se espelha em algum que o agrade, depois com o tempo vai se libertando. Eu o conheci cantando em um DVD com o Ivan Lins e por sinal uma música lindíssima. Fico satisfeitíssimo quando aparece elementos novos com possibilidade de substituir os bons que vão se aposentando."

18 de set. de 2010

ROTEIRO CULTURAL


LENINE NO HSBC BRASIL

O cantor e compositor faz apresentação e mostra canções do seu último CD Labiata. O álbum que leva o nome de uma orquídea, é o primeiro trabalho de estúdio desde Falange Canibal, de 2001.
No repertório do show, É o que me interessa, Martelo Bigorna, Samba e Leveza, Lá vem a Cidade, além de outros sucessos. Lenine divide o palco com os músicos Pantico Rocha, Guila e JR. Tostoi.

Dia 18/09 - Sábado
Horário: ás 22h

HSBC Brasil
R. Bragança Paulista - 1.281
Chácara Santo Antônio
São Paulo

Yez: carro chinês absorve CO2 do ar

Uma montadora chinesa levou ao pé da letra o conceito de carro ecológico e criou este carro-folha.


O veículo foi projetado para funcionar como uma planta, ou seja, ele absorve CO2 e libera oxigênio na atmosfera. A ideia e criar um veículo para 2030 que realize o mesmo trabalho que as plantas fazem durante a fotossíntese.
O carro YeZ (folha em mandarim) seria movido a energias limpas: o teto absorveria energia solar e as rodas teriam pás para gerarem energia eólica. Mas a grande sacada é que o veículo de dois lugares conseguiria remover dióxido de carbono do ar, grande vilão do aquecimento global, com uma liga orgânica e metálica capaz de absorver CO2 e água, transformando-os em eletricidade armazenada em uma bateria de lítio.

MOMENTO LITERÁRIO


O ATIRADOR DE IDEIAS

A obra busca fazer uma reflexão sobre o processo criativo, apresentado o personagem - José Espínola dos Santos, um homem "com cara de povo". O autor explora o campo da ficção com um testo que aborda questões como - a migração de nordestinos para o Sudeste, o aprendizado informal das ruas e o surgimento das ideias. José, apesar de não possuir educação formal, se desenvolve intelectualmente com as experiências no Rio de Janeiro. Assim, ele cumpre profecias do pai, que depositou no nome "Espínola", que não é da família, as esperanças de ver seu filho diferenciar-se dos demais.

O ATIRADOR DE IDEIAS
Adilson Xavier
Editora Best Seller

17 de set. de 2010

Roteiro Cultural


DJAVAN NO CREDICARD HALL

O cantor alagoano, apresenta show de lançamento do CD Ária. No repertório, músicas como Sabes Mentir, Disfarça e Chora, além dos sucessos Flor de Lis, Faltando um Pedaço e Lambada de Serpente.

De 24/09 a 25/09 - Sexta e Sábado
Horário: 22:00

Credicard Hall
Av. das Nações Unidas - 17.955
Santo Amaro

Momento Literário

NO RASTRO DE CHET BAKER

O baterista de jazz, jornalista e crítico de música Bill Moody construiu em seu livro uma fascinante história de suspense, que oscila entre a ficção e a realidade e retrata os últimos dias da vida de um dos maiores mitos do jazz, antes da misteriosa morte num hotel de Amsterdã.

NO RASTRO DE CHET BAKER
BILL MOODY
Editora: Jorge Zahar