29 de out. de 2010

Amazônia: Uma nova espécie é descoberta a cada três dias



As últimas pesquisas científicas sobre a Amazônia mostraram que o bioma é um dos lugares mais biodiversos do planeta, abrigando cerca de 10% das espécies conhecidas em todo o mundo. No entanto, o relatório “Amazônia Viva! Uma década de descobertas: 1999-2009”, divulgado nesta terça-feira, 26 de outubro, na COP10, pela ONG WWF, pretende provar que o bioma possui muito mais espécies da fauna e flora do que imaginamos.
O estudo, realizado por cientistas de todo o mundo, acompanhou, de perto, a dinâmica da Amazônia entre os anos de 1999 e 2009 e descobriu mais de 1.200 novas espécies de plantas e animais vertebrados no bioma durante este período. Ou seja, uma nova espécie a cada três dias, totalizando:

– 637 novos tipos de plantas;

– 257 espécies inéditas de peixes;

– 216 novos tipos de anfíbios;

– 55 espécies inéditas de répteis;

– 39 novos tipos de mamíferos e

– 16 espécies inéditas de aves.

Entre todos os novos exemplares da fauna e flora amazônica apontados pelo relatório, os cientistas elegeram algumas espécies como “descobertas valiosas” para a biodiversidade. Na classe dos répteis, por exemplo, a serpente Eunectes beniensis chamou a atenção dos pesquisadores, já que desde 1936 não haviam registros de uma nova espécie de sucuri no mundo. Já na classe dos mamíferos, um novo tipo de boto-cor-de-rosa, o Inia boliviensis, causou alvoroço entre os cientistas, já que a última espécie desse animal foi encontrada no século retrasado, em 1830.

BIOMA RICO, MAS AMEAÇADO

Ao divulgar o relatório, a WWF pretende mostrar ao mundo – e, principalmente, aos líderes mundiais que discutem o futuro da biodiversidade até o dia 29 de novembro, na COP10, em Nagoya – que as consequências da destruição da Amazônia podem ser ainda piores do que se imagina, já que, claramente, o bioma abriga muito mais riquezas naturais do que temos conhecimento.

De acordo com a ONG, nos últimos 50 anos, o homem destruiu, pelo menos, 17% da floresta tropical úmida da Amazônia – o que equivale ao dobro da área da Espanha, por exemplo – para investir em modelos econômicos não-sustentáveis de produção de carne, soja e biocombustíveis. A situação compromete não só a biodiversidade do bioma catalogada pelos cientistas, mas também todas as espécies que ainda não temos conhecimento.

Uma das soluções defendidas pela WWF para que os países amazônicos possam preservar a biodiversidade do bioma é a criação de um sistema completo e eficaz de áreas protegidas na Amazônia, já que muitas das espécies descobertas na última década e listadas no relatório da ONG foram encontradas nas redes de proteção do bioma. A iniciativa está sendo discutida, em Nagoya, pelos representantes de governo que estão reunidos na COP10

28 de out. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


AMAZÔNIA: REGIÃO UNIVERSAL E TEATRO DO MUNDO

Este instigante volume nos devolve uma Amazônia bem diferente, com certeza, daqueles clichês costumeiros com que nos habituaram a vê-la. Fruto bem-sucedido de trabalho acadêmico, artístico-cultural coletivo, a partir de seminário internacional realizado em Viena, em 2007, Amazônia Região Universal e Teatro do Mundo é bela demonstração do que a perspectiva multidisciplinar pode agregar em termos de visões contemporâneas sobre este amplo e complexo cenário onde se desdobram, agora mesmo, alguns dos mais decisivos capítulos do destino da humanidade e, com ela, da vida planetária. O leitor encontrará, nestas páginas, ao longo de suas três seções e doze capítulos, enriquecidas por vários mapas esclarecedores, matérias atualizadas sobre viajantes e expedições importantes à Região, do relato de Carbajal à etnografia de Nimuendaju, passando pelos até aqui inéditos diários da viagem ao rio Purus de Paul Ehrenreich, no fim do século xix; sobre a questão candente das políticas de Estado e da ocupação desordenada do território amazônico e seus dilemas econômicos, num momento em que antigos piratas travestem-se, com incrível desfaçatez, em defensores da sustentabilidade; e sobre representações literárias e artísticas contemporânea do Amazonas, coordenada por Joachim Bernauer e que deverá ter, entre seus atores, como voz da floresta, índios yanomami. Os professores Willi Bolle, Edna Castro e Marcel Vejmelka souberam organizar o livro com rigor e vivacidade. Internacionalistas, todos, diante dos desafios de uma região-mundo, aqui o contemporâneo se traduz na sua melhor expressão: como os imensos dramas e restos que a história lança diante de nossas consciências e corações, para que reaprendamos a arte de uma nova solidariedade.


AMAZÔNIA: REGIÃO UNIVERSAL E TEATRO DO MUNDO
Willi Bolle / Edna Castro / Marcel Vejmelka
Editora Globo

27 de out. de 2010

ESPECIAL RIO VERDE FM



Hoje o Especial Rio Verde FM irá destacar uma das maiores cantoras da nossa MPB, Marina Lima. Filha de pais nordestinos, Marina Correa Lima nasceu em Ipanema no Rio de Janeiro em 17 de setembro de 1955. Seu pai trabalhava no Banco Interamericano de Desenvolvimento e foi transferido com a família para Washington nos Estados Unidos. Marina começou as primeiras aulas de violão influenciada pelo pai que era músico amador. Marina só tinha contato com o Brasil na época das férias ou através dos discos que a família levou para os Estados Unidos. Lá a menina ouvia Dolores Duran, Maysa, Tom Jobim junto com Beatles e Rolling Stones. Aos doze anos retornou ao Brasil e encontrou a era dos festivais, onde se destacavam artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Os Mutantes. Pouco tempo mais tarde, Marina retornou aos Estados Unidos para se aprimorar nos estudos da música. Nesta época começou a musicar poemas de seu irmão Antônio Cícero.

Marina foi convencida pela sua tia Lea a mudar-se novamente dos Estados Unidos para o Brasil e tentar a carreira artística. Em 1977, Gal Costa grava em seu LP "Caras e Bocas" a composição de Maria "Meu Doce Amor". Ainda neste mesmo ano, Bethânia só não gravou sua composição "Alma Caiada" porque a mesma foi vetada pela censura da Ditadura Militar. Finalmente em 1979 Marina lança seu primeiro disco, era o LP "Simples como Fogo". Mas o primeiro sucesso viria no ano seguinte com o LP "Olhos Felizes" onde Marina gravaria composições de seu irmão Antônio Cícero e cantaria com a participação de Caetano Veloso na música "Nosso Estranho Amor". Este disco a tornaria conhecida em todo o Brasil.

A partir da repercussão em todo o país com a música "Nosso Estranho Amor", Marina não parou mais de gravar discos de sucesso. Em 81 gravou "Certos Acordes”, em 82 "Desta Vida, Desta Arte". A partir de 1991, Marina passa a assinar como Marina Lima. Em 92 perde o pai, Sr. Edvaldo e adota um tom melancólico para o disco de 93 "O Chamado". Em 95 Marina Lima grava Jobim, Rita Lee e Zélia Duncan no disco "Abrigo". Em 96 Marina foi obrigada por cláusulas contratuais a gravar o disco "Registro a Meia Voz" em meio a uma depressão e problemas na garganta que a fizera perder a voz. No final de 99, Marina Lima posa nua para a revista Playboy. Um grande momento foi em 2003 quando a cantora gravou o CD "Acústico MTV". Se somados os lançamentos no Brasil, Estados Unidos e Coletâneas, Marina lançou 24 discos na carreira. Em seu repertório contam música de grandes compositores da MPB, Rock, Samba, Jazz e Bossa Nova.

25 de out. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h o maestro Celso Murilo fala sobre grandes nomes da musica nacional e internacional. Nesta terça ele fala sobre Ivan Lins.



O maestro diz: "Esse é o nosso encontro para falar de talento e capacidade musical. Vamos falar de Ivan Lins, com o jeitão de carioca sempre brincando e com um sorriso agradável que marca sua presença. Tem por trás disso tudo um super talento que já mostrou para o mundo inteiro, sempre com seu piano bem presente dando a tônica, a característica dos seus balanços. Foi ele quem divulgou o chamado "Acorde em Sus", pois em suas composições principalmente no início da sua carreira, começou a empregar muito esse tipo de acorde que mesmo para quem não entende de música dá para sentir que a música é do Ivan Lins. Ele é todo coração em suas composições românticas e toda raça em suas composições pesadas. É sem dúvida um dos maiores talentos mundial. Uma pena que atualmente a mídia brasileira não dá espaço para esses gênios que são nossos."

23 de out. de 2010

ROTEIRO CULTURAL


IVAN LINS NO SHOPPING ANÁLIA FRANCO

O cantor sobe ao palco acompanhado de seu filho, Claudio Lins, para apresentar o show 1+1, em que interpretam músicas de seus mais recentes trabalhos.

Ivan leva ao palco uma coletânea com seus maiores sucessos, reunidos em seu 38º CD, intitulado Perfil, como Lua Soberana e Lembra de Mim.
Já Claudio apresenta canções do disco Cara, o segundo de sua carreira, e que conta com participações especiais de Maria Rita, Pedro Mariano e Luciana Mello.

Dia 24/10 às 12h30min

Shopping Anália Franco
Av. Regente Feijó - 1.739
Tatuapé - São Paulo

22 de out. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


BOLEROS EM HAVANA

A nostalgia e o destino empurram o investigador particular Cayetano Brulé para Cuba, sua terra de origem. Ele agora é o responsável por um cantor de boleros envolvido numa disputa, na qual a propriedade de meio milhão de dólares está comprometida. O epicentro está em Havana, onde tudo parece sair do lugar com a presença de Paloma Matamoros, estrela do Tropicana, mas as evidências apontam para Miami e Valparaíso. Lá as pistas conduzem a um deputado, enquanto um pistoleiro persegue o bolerista e uma fábrica de brinquedos exporta cavalinhos de madeira nada inocentes para a Europa. Boleros em Havana é o romance seguinte ao bem-sucedido Quem matou Cristian Kustermann? início da saga do detetive Cayetano Brulé.

BOLEROS EM HAVANA
Roberto Ampuero
Editora Bonobo Crime Mistério Suspense

21 de out. de 2010

Prêmio Planeta Casa 2010

A nona edição do Prêmio Planeta Casa bateu recorde de participantes: foram 361 inscrições de todo o Brasil, em seis categorias. Não por acaso, o concurso tem mostrado aos leitores, ao longo desses anos, um avanço significativo no número de empresas, profissionais e ONGs que se interessam por um morar mais sustentável e desbravam um caminho que exige dedicação, pesquisa e muita criatividade – mas compensa cada grama de energia investida.
As categorias são:

AÇÃO SOCIAL

Entender as vocações e os desafios da região em que se vive é passo importante na busca de soluções que criem pontes entre o bem-estar da população e a saúde do planeta.

PRODUTOS DE DECORAÇÃO
A expressão “do berço ao túmulo”, utilizada pela indústria para avaliar os impactos ambientais de um produto em todo o seu ciclo de vida, ganha força entre os cinco vencedores da categoria, que demonstram cuidados não somente na escolha das matérias-primas, mas também no modo de uso e no descarte adequado.

PROJETO ARQUITETÔNICO

Por alcançar boas soluções sustentáveis sem abandonar o apuro na arquitetura, a residência no Rio de Janeiro se destacou pela consistência. Construído como um andar extra no prédio antigo, o apartamento ganhou uma cobertura verde que funciona como área de lazer para os moradores.

DESIGN DE INTERIORES

Para o júri técnico do prêmio, o Lounge Casa Cor Mato Grosso do Sul 2009, da arquiteta Cida Zandavalli, foi o que mais contemplou os critérios fundamentais a uma decoração sustentável: bons materiais, conforto, economia de energia, valorização das comunidades locais e resultado estético.

EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO

A boa integração da solução estética com os itens de sustentabilidade incorporados ao projeto contou pontos na escolha do júri, que elegeu um novo polo de gastronomia e cultura do Paraná como o melhor da categoria. Mereceu menção honrosa o projeto da Casa Natura, pelo conceito levado à risca em todas as fases.

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO:

Reduzir os impactos ambientais na fabricação e operação dos produtos, aproveitar de maneira eficiente matérias-primas nobres, como a madeira amazônica, e desenvolver opções mais saudáveis e menos poluentes. Tudo isso permeia o universo destes cinco ganhadores, que usam a tecnologia a favor da natureza.

20 de out. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h o maestro Celso Murilo fala sobre grandes nomes da musica nacional e internacional. Nesta quinta ele fala sobre Paulinho da Viola.


O maestro diz: "Vocês conhecem o Paulinho da Viola não é? Claro, quem não conhece esse nome de nossa música. Confesse que ele não faz o estilo que eu gosto. Mas falar de Paulinho da Viola é muito gratificante para mim porque ele é muito autêntico, ninguém pode negar. As composições dele são inconfundíveis, são a cara do Paulinho, cantando então nem se fala. O que eu acho interessante é que o grande público do Paulinho é a alta sociedade e ele só compõe samba pro lado de partido alto ou coisa assim. Ele é tão autêntico que nunca vi alguém imitá-lo, esses imitadores profissionais imitam "Deus" e todo mundo mas nunca vi ninguém imitar o Paulinho. Ele é muito inteligente as letras que ele faz são muito boas. Aliás eu comecei falando que não gosto do estilo de música que ele faz, retifico, só das melodias. O Paulinho sem dúvida alguma é um sucesso já há muitos anos e pode ter a certeza que ele é muito querido e admirado."

19 de out. de 2010

ESPECIAL RIO VERDE FM

Todas as quartas às 15h com reapresentação no sábado em mesmo horário, Especial Rio Verde FM. Uma hora com o seu intérprete preferido. Amanhã o Especial Rio Verde FM conta a carreira de Ivan Lins.

Ivan Guimaraes Lins nasceu no Rio de Janeiro em 16 de junho de 1945. Filho de militar Geraldo Lins e de Léa Guimaraes Lins aos dois anos de idade mudou-se com a familia para Massachusetts nos Estados Unidos, ali permanecendo por três anos. De volta ao Brasil foi matriculado em um colégio militar onde aos doze anos teve seu primeiro contato com a música por intermédio da banda do colégio. Aos dezoito anos aprendeu piano de ouvido passando a tocar Jazz e Bossa Nova. Em 1968 chegou a final do festival universitário da TV Tupi com a música "Até o Amanhecer" com Valdemar Corrêa. Formou-se em Química Industrial pela UFIU em 1969. Neste mesmo ano Elis Regina gravou com enorme exito a canção "Madalena" com Ronaldo Monteiro e em 1970 obteve o segundo lugar no 5º Festival Internacional de Canção cantando "O Amor é meu País" com Ronaldo Monteiro música usada nos aviões da Varig na subida a bordo dos passageiros de voos internacionais. Por essa época foi convidado com Aldir Blanc, Gonzaguinha e outros para comandar o programa "Som Livre Exportação" da TV Globo.

Em 1974 lançou o álbum "Modo Livre" pela R.C.A com o sucesso "Abre Alas" que inaugurava a parceria com o letrista Vitor Martins. No ano seguinte ainda pela R.C.A lançou "Chama Acesa". Em 1977 conseguiu outro grande sucesso com a música "Somos TOdos Iguais Esta Noite" com VItor Martins lançada pela Odeon. No ano seguinte lançou o LP "Nos dias de Hoje" e em 1979 "A noite" ambos pela Odeon. No início da década de 80 sua música "Começar dinovo" composta em 1979 com Vitor Martins obtebe exito na interpretação de Simone. Na mesma ocasião fez sucesso com o LP "Novo Tempo". Transferiu-se no ano de 1981 para a Poligran e lançou o disco "Daquilo que eu sei". Dois anos depois gravou o LP "Depois dos Temporais" também com a Poligran.

A partir de 1985 passou a gravar nos Estados Unidos e a realizar turnês internacionais a repercussão alcançada o levou a criar uma editora nos Estados Unidos a Dinorah Music ligada a produtora de Quincy Jones. Com o reconhecimento internacional suas músicas foram gravadas por George Benson, Sara Vogan entre outros. Em 1989 gravou pela W.E.A o disco "Love Dancing" todo em inglês. Neste mesmo ano lançou no Brasil o disco "Amar assim" pela Poligran. Ao comemorar vinte anos de carreira em 1990 realizou uma turnê pelo Brasil e lançou o disco "Ivan Lins 20 anos" pela Som Livre.

Criou em 1991 a gravadora "Velas" graças ao amigo, parceiro e sócio Vitor Martins com o objetivo exclusivo de lançar novos talentos e de resgatar as raízes da música brasileira. Como produtor e empresário lançou cantores como Chico César, Lenine e Belô Velloso. Em 1993 lançou no Brasil e nos Estados Unidos, Japão e Europa o CD "Awa Yio" todo em parceria com Vitor Martins tendo a música "Meu País" obtendo muito sucesso. Em 1995 lançou o CD "Anjo de mim" uma vez mais com músicas em parceria com Vitor Martins. No ano seguinte gracou com a banda Irakerê o disco "Ao Vivo em Cuba". Em 1997 lançou o CD duplo "Viva Noel" um tributo à Noel Rosa com a participação de diversos convidados e em 2006 lançou o CD "Acariocando". Seu trabalho mais recente é "Ivan Lins e The Metropolitan Orchestra". Termina aqui o Especial Rio Verde FM de hoje, onde você conferiu a carreira de Ivan Lins. Voltamos a próxima semana com mais um grande nome da música.

18 de out. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h o maestro Celso Murilo fala sobre grandes nomes da musica nacional e internacional. Nesta terça ele fala sobre João Gilberto.

O maestro diz: "Hoje vou falar de uma pessoa, um artista que é muito especial. Para mim então especialíssimo, trata-se do precursor da "batidinha" do violão na Bossa nova: João Gilberto. Esse que é inconfundível, tanto pela batidinha do violão como pela sua voz pequenininha mas super bem colocada. Tem uma particularidade importantíssima, enquanto todos os bons cantores cantavam e cantam atrasando um pouco e depois acertam lá na frente, o João faz ao contrário ele canta adiantando e depois espera para acertar. Eu o acompanhei dos tempos que fazia shows com ele, o conheço de sobra. Era pra eu ir com ele para o exterior para fazer shows, mas por motivos de contratos no Rio não pude ir, uma pena. O João é perfeccionista, tudo o que ele se propõe a fazer não tem defeito. Sei disso tudo porque convivi com ele. Tenho muitas histórias fantásticas do João para contar mas fica para outra vez."

16 de out. de 2010

ROTEIRO CULTURAL


MARIA RITA NO TOM JAZZ

A cantora faz apresentação e mostra canções do seu último CD Samba Meu, além dos sucessos que marcaram sua carreira.
No repertório, Samba Meu, Tá Perdoado, Num Corpo Só, Conta Outra, Novo Amor, Trajetória, Muito Pouco, Pagu, Cara Valente, entre outras.

Até dia 25 de outubro
Horário: às 22h

TOM JAZZ
Av. Angélica - 2.331
Consolação - São Paulo

15 de out. de 2010

Mosaico Bocaina

O Mosaico Bocaina foi instituído pela Portaria MMA nº 349, de 11 de dezembro de 2006 . O reconhecimento de um mosaico é feito pelos órgãos gestores das unidades de conservação.

A maior parte das unidades de conservação que compõem o Mosaico Bocaina apresentam algum tipo de ocupação humana em seu interior, em boa parte composta por povos e comunidades tradicionais entre caiçaras, caipiras, quilombolas e indígenas.
O território do Mosaico Bocaina reúne unidades de conservação, de âmbitos federal, estadual e municipal e suas respectivas zonas de amortecimento, localizadas no Vale do Paraíba do Sul, litoral norte do Estado de

São Paulo e litoral sul do Estado do Rio de Janeiro, abrangendo:
•09 municípios dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo
•15 Unidades de Conservação e suas zonas de amortecimento
•05 Terras Indígenas
•04 Quilombos

A região integra o Corredor da Biodiversidade da Serra do Mar, um “hotspot”, uma das áreas mais ricas em biodiversidade em toda a Mata Atlântica. O território do Mosaico abriga importantes maciços florestais totalizando cerca de 222 mil hectares, sob condições especiais de manejo e proteção legal.

O primeiro Mosaico de Unidades de Conservação do Brasil foi criado em março de 2005 no Piauí. Ao mesmo tempo foi criado um Corredor Ecológico integrando as duas unidades que o compõe. Em maio de 2006, o segundo Mosaico foi criado abrangendo o litoral sul de São Paulo e litoral do Paraná.

No Corredor da Biodiversidade da Serra do Mar temos o Mosaico Bocaina, o Mosaico Central Fluminense e Mosaico Mantiqueira, abrangendo municípios dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, todos criados em 2006.

Integram o Mosaico Bocaina nove municípios dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Rio de Janeiro:
- Angra dos Reis
- Paraty
São Paulo:
- Areias
- Bananal
- Cunha
- Natividade da Serra
- São José do Barreiro
- São Luiz de Paraitinga
- Ubatuba

14 de out. de 2010

Horário Brasileiro de Verão


O Horário Brasileiro de Verão começa às 0h do dia 17 de outubro de 2010 e vai até às 0h do dia 20 de fevereiro de 2011. Os moradores dos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem adiantar seus relógios em uma hora.

13 de out. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h o maestro Celso Murilo fala sobre grandes nomes da musica nacional e internacional. Nesta quinta ele fala sobre César Camargo Mariano.


O maestro diz: "Vou falar de um dos maiores músicos do mundo, César Camargo Mariano. E César é sensibilidade em pessoa, harmoniza com o coração mas quando precisa de balanço, um swing é com ele mesmo, tem aquela pegada que é inconfundível na minha opinião é divino. Sua harmonia é perfeita, para cada tipo de música ele "arma" um mesmo acorde diferente que se encaixa em cada música. Isso ele faz automaticamente, vem de dentro depende do clima da música. Ele tem uma capacidade de improviso magnífica, tanto romântica como "swingada". Escrevendo é a mesma coisa cria climas maravilhosos, sons diferentes, divisões sensacionais quando precisa balançar. Enfim, para ele eu tiro o meu chapéu com louvor."

ESPECIAL RIO VERDE FM

Hoje às 15h com reapresentação no sábado dia 16 de outubro, Especial Rio Verde FM com Ana Carolina.


Ana Carolina Souza nasceu em Juiz de Fora na Zona da Mata mineira no dia 09 de setembro de 1974. Com apenas dois meses de idade, Ana perdeu o pai devido a uma trombose. No entanto, sua influência musical vem de berço já que a avó cantava em rádio e seus tios-avós tocavam percussão, piano, violoncelo e violino. A mãe de Ana Carolina era dona de um salão de beleza e a menina fazia do local seu palco, fingindo que um rolo de cabelo era um microfone e cantando versos de vários cantores, entre eles Caetano Veloso. Aliás, Ana cresceu ouvindo grandes ícones da música brasileira como João Bosco, Maria Bethânia, Chico Buarque e também algum dos nomes internacionais. Aos doze anos Ana Carolina começou a tocar violão sozinha inspirada pelo também mineiro João Bosco. Ainda na adolescência, mais precisamente aos dezoito anos, Ana começou sua carreira de cantora se apresentando nos bares de Juiz de Fora e tendo em seu repertório canções de Tom Jobim, Chico Buarque, Ary Barroso e outros clássicos. Foi nessa época que Ana Carolina conheceu Luciana Davi e Quelen Lopes, duas estudantes de comunicação que gostaram das apresentações da cantora e se tornaram suas empresárias. Logo começaram a surgir mais convites de bares das cidades vizinhas. Ana Carolina rodou alguns quilômetros da Zona da Mata com seus shows, a cantora também começou a compor nesse período mas suas músicas vieram a ser interpretadas mais tarde.

Mesmo com os shows em Juiz de Fora e região Ana Carolina fez um cursinho pré-vestibular e ingressou no curso de letras na Universidade Federal de Juiz de Fora onde estudou por pouco tempo. Na medida em que foi se dedicando a carreira musical e conforme o tempo foi passando, Ana Carolina foi ficando mais conhecida até começar a ser convidada para fazer participações em shows maiores, como na abertura do concerto da Orquestra Internacional de Ray Conniff em 1997. A cantora também começou a fazer apresentações em Belo Horizonte e depois de realizar vários desses shows, um rapaz chegou ao camarim com uma letra de uma música que compôs quando a assistia. Esse rapaz era o compositor gaúcho José Antônio Franco Vilerói que se tornaria um de seus melhores amigos e parceiros e a música era "Garganta", primeiro sucesso da carreira de Ana Carolina. Depois de abandonar o curso de letras para atuar profissionalmente na música, Ana Carolina mudou-se para o Rio de Janeiro e em um show no Bar Mistura Fina, Luciana de Moraes filha de Vinícius de Moraes, encantou-se com sua voz grave e cheia de melodia. Em apenas quinze dias a jovem e promissora cantora assinou um contrato com a PMG. Assim em 1999 chegou ao público de todo o Brasil o CD "Ana Carolina". O primeiro álbum da cantora resgata clássicos antigos da MPB como "Beatriz", "Alguém me Disse" e "Retrato em Branco e Preto", passando pelo pop de Lulu Santos com "Tudo Bem" e ainda revela Ana Carolina como compositora com as músicas "A Canção Tocou na Hora Errada", "Trancado", "Armazém" e "O Avesso dos Ponteiros" o CD também traz as canções "Garganta" e "To Saindo" do parceiro Totonho Vilerói. Foi através desse CD que Ana Carolina foi indicada ao Grammy Latino na categoria brasileira de melhor álbum pop contemporâneo em 2000. Com o álbum, Ana ganhou o Disco de Ouro pelas 250 mil cópias vendidas e foi apontada como a grande promessa do MPB, comparada a Cássia Eller e Zélia Duncan.

Em 2001 lançou "Ana, Rita, Joana, Iracema e Carolina" seu segundo álbum de carreira que também foi um sucesso. O nome do disco faz referências às musicas do cantor Chico Buarque ídolo da artista mineira. Esse disco revela toda a sensibilidade e irreverência de Ana ao apresentar sucessos como "Quem de nós dois" e "Ela é Bamba". O álbum ultrapassou a marca das 300 mil cópias vendidas e ficou duas semanas como o segundo mais vendido do Rio de Janeiro e de São Paulo. Dois anos mais tarde em 2003, Ana Carolina lança "Estampado" seu terceiro disco, neste CD que contém quinze faixas encontra-se uma mescla de ritmos que confirmam a originalidade de seu trabalho. A personalidade forte que a cantora carrega é facilmente detectada em treze canções de autoria própria. Este álbum ainda expirou outros dois trabalhos de Ana Carolina são eles dos DVDs "Estampado" que é um documentário dos bastidores da gravação do CD, a fase de composições, gravação e finalização e bate papos com João Bosco, Chico Buarque e Maria Bethânia entre outros amigos e "Estampado um Instante Que Não Para" gravado com a presença de nove mil pessoas e que traz as canções "Vestido Estampado", "Sinais de Fogo", "Outra Vez" e "Eu Gosto de Mulher". Já em 2004 durante o projeto Tom Acústico o show entre Ana Carolina e Seu Jorge rendeu um CD e DVD intitulado "Ana e Jorge" que só foram lançados pela Sony Music em 2005 e obteve ótima aceitação pelo público e críticos musicais. A música "É Isso Aí" atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso e Ana Carolina recebeu através deste trabalho os prêmios Multishow 2006 nas categorias de melhor cantora e melhor CD. A partir de agosto de 2006, Ana Carolina começou a atuar além da música e passou a integrar o corpo de apresentadoras do programa "Saia Justa" no canal GNT, Ana Carolina era a única representante da área musical no comando do programa.
Ana Carolina inovou no CD "Dois Quartos" assim como os antigos discos de vinil o álbum tem dois lados. Lançado pela Sony, traz discos parecidos mas com personalidades diferentes. O primeiro com nome "Quarto" traz faixas de trabalho e o pop tradicional de Ana conhecido pelas rádios e pelos fãs, já o segundo de nome "Quartinho" ousa com outras linguagens e novos formatos. Neles a cantora se supera em criatividade, maturidade e em ousadia apresentando faixas como "Cantinho" numa letra cheia de desejos proibidos e "Eu Comi a Madona" em que fala de mulheres provocantes. Outras músicas se destacaram como "Rosas", "Carvão", "Aqui", "Nada te Faltará", "Vai", "Ruas de Outono" e "Cristo de Madeira". O álbum rendeu a Ana Carolina o prêmio Multishow 2007 na categoria melhor cantora. O disco ainda inspirou na produção de outro trabalho o "Multishow ao Vivo Dois Quartos" que contou com um total de vintes músicas. Em 2009, lançou o disco "Nove" seu mais recente trabalho, de acordo com alguns críticos o álbum traz novos estilos. Foi produzido em comemoração aos dez anos de carreira da cantora. Atualmente Ana Carolina pode ser considerada um dos grandes nomes da MPB. Polêmica, revelou a mãe que era bissexual aos 16 anos, sendo sua opção sexual destaque da revista Veja em dezembro de 2008. No entanto, mais do que isso, Ana Carolina é conhecida pelo seu registro vocal grave e também pode alcançar notas relativamente agudas, tendo por tanto uma grande extensão vocal o que a possibilita cantar uma grande variedade de músicas e estilos.

11 de out. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h o maestro Celso Murilo fala sobre grandes nomes da musica nacional e internacional. Nesta terça ele fala sobre Leny Andrade.


O maestro diz: "Vou começar falando de Leny Andrade, que é sem dúvida uma das melhores cantoras do mundo. Ela se adapta em qualquer tipo de música. Só que ela é tão boa que não a deixa cantar qualquer coisa. Leny tem um recurso vocal tão grande, que não precisa escolher o "tonzinho" certo para cantar, dá o recado em qualquer tom. Eu a conheço muito bem desde a década de 60 quando ela começou, e aqui para nós, começou a cem por hora."

9 de out. de 2010

Plástico Verde


A Braskem realizou o lançamento da Pedra Fundamental do Projeto de Polietileno Verde, no Pólo Petroquímico de Triunfo, Rio Grande do Sul, dando início às obras da primeira unidade industrial do mundo a utilizar etanol de cana-de-açúcar para a produção em escala comercial de eteno e polietileno de origem 100% renovável.

O plástico verde é fabricado a partir do etanol da cana de açúcar, e 100% baseado em mateira prima renovável. Com esta tecnologia é possivel absorver o CO² da atmosfera e transformá-lo em plástico. Além dos aspectos ambientais, o plástico verde possui propriedades idênticas às do plástico tradicional e tem aplicação em mercados como o automobilístico, indústria de brinquedos, embalagens para alimentos e produtos de higiene , entre outras.

A quantidade imensa de plásticos descartada no meio ambiente, por não ser biodegradável, leva séculos para se decompor na natureza. Essa realidade tem preocupado os ambientalistas e as pessoas que se importam com a saúde do planeta. Tomara que o plástico verde seja realmente uma viabilidade.

8 de out. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


O LIVRO VERDE

Ecologia é coisa séria, mas o tratamento solene que se dá ao assunto muitas vezes assusta ou entedia as pessoas. A proposta inovadora deste livro é mostrar com leveza que a preservação ambiental não é uma missão impossível, não requer abrir mão dos confortos da vida moderna nem voltar ao tempo das cavernas.

Salvar o planeta é uma simples escolha que está ao alcance de todos nós. O primeiro passo é a conscientização de que nossos atos têm consequências e de que precisamos usar os recursos ao nosso dispor de forma mais proveitosa e saudável.
Com anos de experiência na área ambiental, Elizabeth Rogers e Thomas M. Kostigen reuniram dicas fáceis e práticas para reciclar, reutilizar, reduzir o consumo e economizar dinheiro em casa, no trabalho, em viagens, nos esportes e em outras áreas, que vão do entretenimento à construção civil, passando pela tecnologia e as cosmética.
Com apresentação de Cameron Diaz e William McDonough, O livro verde traz ainda depoimentos divertidos de personalidades que abraçaram a causa verde, como Robert Redford, Jennifer Aniston, Owen Wilson e Justin Timberlake.
Pequenas mudanças de hábito podem provocar um grande impacto positivo no meio ambiente. Comece agora.


O LIVRO VERDE
Elizabeth Rogers e Thomas M. Kostigen
Editora Sextante

7 de out. de 2010

Pressa? Passa por baixo

Da China, uma proposta revolucionária para o transporte coletivo


Ônibus, metrô ou aerotrem? Em se tratando do futuro do transporte coletivo, há seguidores para cada uma dessas linhas. Pois a chinesa Shenzhen Huashi criou um sincretismo, o “ônibus rápido tridimensional”. Ele tem vagões e estações, mas não é metrô. E ainda passa por cima do trânsito. É ver para crer.

Segundo a engenheira Karen Li, da Shenzhen Huashi, o “ônibus” só precisa de uma ampliação na faixa de rodagem de 60 cm e a construção das estações, o que representaria apenas 10% do custo de construção por quilômetro de um metrô. Isso para ocupar duas faixas de rolagem em uma rua comum. O ônibus tem 2,2 metros de vão livre e 4,5 metros de bitola (com largura total de 6 metros), para permitir que dois carros rodem abaixo dele.

Como é todo movido a eletricidade, também é mais barato de manter que um ônibus comum. “Ele pode custar até 30% menos”, afirma Li. Outra vantagem do novo veículo é a rapidez na implantação da infraestrutura. "Construir 40 km de metrô pode levar até seis anos, com a obstrução de diversas vias. Para o ‘ônibus tridimensional’ rodar nos mesmos 40 km, o tempo gasto é de um ano”, diz. Diferentemente dos metrôs, não há um trilho eletrificado do qual o veículo dependa para se deslocar. O “reabastecimento” é feito quando ele para na estação.

A energia pode vir da rede elétrica ou das próprias estações, que terão tetos repletos de células fotoelétricas para gerar energia por meio da luz solar. Longe de ser uma ideia sem aplicação prática, o “ônibus rápido tridimensional” começa a operar, como protótipo, em um trecho de 9 km dentro dos seis anéis viários de Beijing. Um ano depois, a área de testes será ampliada para 120 km. Com o término dos testes, será construída uma via de operação normal para o veículo, a princípio com 60 km de extensão.

6 de out. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


O FUTURO DA HUMANIDADE - A SAGA DE UM PENSADOR

Primeiro romance do psiquiatra Augusto Cury, "O Futuro da Humanidade" oferece uma rara oportunidade de repensar a sociedade e o rumo de nossas vidas. Cury nos presenteia com uma saborosa ficção que ilustra os ensinamentos presentes em seus livros e se apóia na sua vasta experiência profissional. Esta obra conta a trajetória de Marco Polo, um jovem estudante de medicina de espírito livre e aventureiro como o do navegador veneziano do século XIII, em quem seu pai se inspirou ao escolher seu nome.
Ao entrar na faculdade cheio de sonhos e expectativas, Marco Polo se vê diante de uma realidade dura e fria: a falta de respeito e sensibilidade dos professores em relação aos pacientes com transtornos psíquicos, que são marginalizados e tratados como se não tivessem identidade. Indignado, o jovem desafia profissionais de renome internacional para provar que os pacientes com problemas psiquiátricos merecem mais atenção, respeito e dedicação - e menos remédios. Acreditando na força do diálogo e da psicologia, ele acaba causando uma verdadeira revolução nas mentes e nos corações das pessoas com quem convive.

O FUTURO DA HUMANIDADE
Augusto Cury
Editora Sextante

ROTEIRO CULTURAL

 
MARIA GADÚ DO HSBC BRASIL

O show marca a abertura da turnê da cantora com seu primeiro DVD, Multishow Ao Vivo ¿ Maria Gadú. No palco, a cantora paulista apresenta canções que se tornaram sucesso da atualidade, como Shimbalaiê, Dona Cila, Lounge e Altar Particular, além de interpretar grandes canções da música brasileira, como Lanterna dos Afogados, Filosofia e Trem das Onze. Acompanha de seu violão, Maria conta com o apoio de um quarteto de cordas, e a participação de Dani Black, Luiz Murá, Varandistas e Leandro Léo.

De 15/10 a 16/10 às 22h

HSBC Brasil
Rua Bragança Paulista - 1.281
Chácara Santo Antônio - SP



LENINE NO CHEVROLET HALL

O músico apresenta seu novo show que tem no repertório canções do novo projeto homônimo. O disco reúne 12 músicas compostas para trilhas de cinema, espetáculo de dança, seriados, novelas e especiais de TV, canções que nunca fizeram parte dos discos de carreira do compositor. No repertório, Violenta, trilha do espetáculo Breu, do grupo Corpo, De Sabugo a Visconde, do Sítio do Pica Pau Amarelo, especial de 2008, Aquilo que dá no Coração, abertura da novela Passione, entre outras. Lenine se apresenta com os músicos Pantico Rocha (bateria /percussão), Guila (baixo) e JR. Tostoi (guitarra /programação).

Dia 29/10 às 22h

CHEVROLET HALL
Av. Nossa Senhora do Carmo - 230
Savassi - Belo Horizonte

5 de out. de 2010

Especial Rio Verde FM

Nesta quarta vamos passear pela vida e obra de Roberto Menescal, um dos notáveis artistas do movimento Bossa Nova.



       Roberto Batalha Menescal nasceu em Vitória, Espírito Santo no dia 25 de outubro de 1937. No entanto foi criado em Copacabana zona sul do Rio de Janeiro, onde iniciou os seus estudos musicais em 1950. Por imposição da família o então garoto começou a ter aulas de piano com a tia, tendo também aprendido a tocar outros instrumentos tempos depois como: o acordeom, a gaita e claro o violão no qual se especializou. Menescal ouviu o som de um violão pela primeira vez em 1954 quando estava de férias em Vitória e desde então decidiu definitivamente pelo instrumento. Dois anos depois teve aula com Edinho do Trio Irakitan. Para incrementar ainda mais sua formação musical teve aulas de harmonia, arranjo e composição. Mas Roberto Menescal veio a iniciar sua carreira profissional em 1957 acompanhando a cantora Silvinha Telles ao violão em uma turnê de shows por todo o país. No ano seguinte, o músico abriu uma academia de violão em Copacabana tendo Carlos Lyra como sócio. Na ocasião deu aulas a Nara Leão por exemplo. Ainda em 1958 formou juntamente com Luiz Carlos Vinhas, Bebeto, Henrique e João Mário o conjunto Roberto Menescal, através do qual atuou com diversos artistas como: Silvinha Telles, Maysa, Vinícius de Moraes, Dorival Caymmi e Aracy de Almeida.

       No final dos anos 50, mais precisamente no ano de 1958 estourou na carreira de compositor criando a Bossa Nova ao lado de nomes como: Carlos Lyra, Tom Jobim e Ronaldo Boscoli. Naquela época uma turma de artistas da qual Roberto Menescal fazia parte se reuniam no apartamento da cantora Nara Leão em Copacabana, onde o movimento começou. Ainda em 1958 o músico se apresentou ao lado de Silvinha Telles, Carlos Lyra e vários outros artistas. Menescal também participou da gravação do disco "Os Garotos da Bossa Nova" o que o coloca na posição de um dos notáveis fundadores do movimento. A primeira música de autoria de Roberto Menescal a ser gravada foi "Jura de Pombo" em disco de Alaíde Costa lançado em 1959. A canção foi feita em parceria com Ronaldo Boscoli seu amigo e companheiro em diversas outras composições como na música "O Barquinho" um de seus maiores sucessos e ícones da Bossa Nova. Entre outras canções compostas por Roberto Menescal e Boscoli estão: "Errinho à Toa", "Nós e o mar", "Rio" e "Você". Já em 1962 acompanhou a cantora Maysa em turnê pela Argentina. Na mesma época, Menescal e seu conjunto foram contratados pela TV Rio para acompanhar cantores em emissoras, trabalho que exerceu durante dois anos.
       Em toda década de 60, Menescal lançou seis LPs além de atuar como arranjador e escrever para orquestras entre 1964 e 1968. Começou a trabalhar como produtor independente e arranjador teve destacada atuação ao descobrir, lançar e relançar grandes talentos. Já como instrumentista Menescal participou de gravações com grandes nomes da música nacional como Silvinha Telles, Jair Rodrigues, Elis Regina, Gal Costa, Lúcio Alves, Beth Carvalho, Maysa, Claudete Soares e Nara Leão. Aliás, foi com Nara que Roberto retomou a carreira de instrumentista com apresentações no Brasil e no exterior em 1985. O compositor ainda emplacou algumas composições em novelas entre elas "Assim na Terra Como no Céu" e "Tempo de Viver". Quando deixou o cargo de produtor artístico em 1986, o músico passou a dedicar-se exclusivamente a carreira de violinista, arranjador e compositor. Durante a década de 90 voltou a produzir trabalhos próprios, alguns deles com a cantora de parceira Wanda Sá. Em 1997, o cantor fundou a produtora e gravadora Albatroz.

       Nos últimos anos Roberto ainda tem desenvolvido vários projetos e trabalhos. Menescal compôs ao lado de Abel Silva o hino do “Fome Zero”, gravado por Gilberto Gil e vários artistas em 2004. O músico foi homenageado em 2007 pelo Instituto Cultural Cravo Albin. Mais recentemente em 2008 participou como instrumentista do espetáculo Bossa Nova 50 anos realizado na praia de Ipanema no Rio de Janeiro. Ainda em 2008 lançou o cd "Os Bossa Nova". Esse é Roberto Menescal um dos principais produtores, compositores e instrumentistas de nossa música cuja a batida diferente do seu violão afinado se tornou mundialmente conhecida. Um dos fundadores da Bossa Nova. Menescal ajudou a levantar a bandeira do Brasil em todo o mundo.

4 de out. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas ás 08 horas com reapresentação às 18 horas o maestro Celso Murilo fala sobre os grandes nomes da música nacional e internacional. Nesta terça-feira ele fala sobre: Elizeth Cardoso.




       O maestro diz: "Hoje vou falar de mais uma diva de nossa música, a grande e eterna: Elizeth Cardoso. Ela marcou época, deixou seu nome para sempre no nosso cenário artístico e com provas vivas até hoje. Era chamada de "A Divina" pela crônica brasileira. Tive a honra de gravar e fazer alguns shows com ela. Realmente era de uma categoria invejável, tinha um carisma e um domínio sobre o público fora de série. Não era somente um mito, ela cantava mesmo, sentia a música e punha pra fora o que sentia com interpretações maravilhosas, com um material vocal sensacional e um repertório para ninguém colocar defeito. Por ocasião dos 50 anos de Bossa Nova foram feitos muitos programas e shows pelo Brasil, onde foi citado seu nome como uma das precursoras da Bossa Nova. Mas acho que não, foram somente opiniões porque Elizeth gravou de tudo, mas o forte dela mesmo sempre foi o gênero romântico."

2 de out. de 2010

ECO CIDADANIA

O Projeto Papel de Gente nasceu em 1994 e é voltado para pessoas portadoras de transtornos psíquicos como psicose e neurose grave.


Criado a partir da determinação da terapeuta Eliana Tiezzi Nascimento, - com o apoio de artistas, designers e empresários - o Papel de Gente busca construir espaços possíveis de respeito à singularidade humana.
O Projeto está fundamentado em duas vertentes.

A primeira consiste na manutenção de um espaço de produção, criação e circulação de idéias em torno da reciclagem e o segundo aspecto, define-se pela capacitação à empregabilidade dos participantes, através da comercialização de seus produtos.
A inserção social - através do trabalho - possibilita a essas pessoas o resgate da dignidade e da condição de cidadãos, além de proporcionar melhoras importantes em seus quadros.

O Projeto Papel de Gente, ao longo dos seus 7 anos de existência tem oferecido uma alternativa terapêutica mais humana para usuários dos serviços em saúde mental com resultados efetivos na qualidade de vida de seus participantes.

MOMENTO LITERÁRIO


DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: QUE BICHO É ESSE?

O livro aborda uma das grandes questões da ciência na atualidade sem palavras difíceis, jargões, ou aquele tom rançoso de alguns livros didáticos que se esmeram em apresentar um problema para em seguida revelar gloriosamente a solução. No mundo da ciência, buscam-se evidências e, quando não se consegue uma resposta definitiva, formulam-se hipóteses. Assim, os autores nos apresentam algumas dessas hipóteses segundo a visão dos "otimistas" e dos "pessimistas".

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: QUE BICHO É ESSE?
José Eli da Veiga e Lia Zatz
Editora Autores Associados