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Produção limpa também gera ganhos econômicos para empresas, diz diretor-adjunto da Fiesp
Empresas apresentaram projetos de produção limpa durante mesa de debate na 5ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental
![]() Diretor do Departamento de Meio Ambiente do Ciesp, Eduardo San Martin |
"Ao debatermos questões ligadas à redução de consumo de água, por exemplo, a empresa também reduz custo", explicou San Martin, que também é diretor-adjunto do DMA na Fiesp.
Ele moderou o painel Pesquisa, Desenvolvimento e Logística de Distribuição de Biocombustíveis da 5ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental, no qual empresas como a Martin-Brower (MB), gigante norte-americana especializada em logística e soluções para o mercado de fast-food, mostraram casos bem-sucedidos de produção limpa.
Mediante parceiras com uma rede de restaurantes do mercado de fast-food, a MB implementou um ciclo fechado para recuperação do óleo utilizado no preparo dos alimentos para conversão em biodiesel para uso na logística, com o objetivo é reduzir as emissões de gás carbônico.
"No momento em que o óleo comestível volta ao processo e é transformado no óleo combustível, há um circuito fechado desse processo. É o que se pretende com todos os produtos, com todos os materiais e com todos os elos da cadeia de consumo", afirmou San Martin.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), criada por Lei em 2010, estabelece a reinserção de um resíduo ao processo produtivo de determinada indústria.




