30 de nov. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


AGOSTO

1º de Agosto de 1954, Rio de Janeiro, capital da República. Um empresário é assassinado e outro crime é planejado na sede do governo federal. O atentado frustrado contra o jornalista Carlos Lacerda, opositor de Getúlio Vargas, causará uma das maiores reviravoltas da história do Brasil. Um dos maiores sucessos de crítica de Rubem Fonseca, Agosto nos questiona: em que medida a história de uma pessoa e a história de um país se determinam, se diferenciam e se assemelham? Ao misturar com maestria história e ficção o autor encontra a resposta: a boa literatura.

AGOSTO
Rubem Fonseca
Editora Agir

29 de nov. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h o maestro Celso Murilo fala sobre grandes nomes da musica nacional e internacional. Nesta terça ele fala sobre Gilberto Gil.


O maestro diz: "Gilberto Gil esse todo mundo conhece pois até os adeptos do forró, o aplaudem até hoje com o xote "Esperando na Janela" que faz sucesso sempre quando é tocada. O Gilberto Gil é inspiradíssimo quanto com a música séria, elitizada, como nos balanços que faz e muito bem. Cantando gosto muito acho que é versátil, se precisa de um falsete ele o faz como ninguém, se é romântico ele dá aquele recado. Eu acho o Gilberto Gil uma das forças da nossa música, no exterior ele é aplaudidíssimo e tem uma grande coisa: toca um violão redondinho, moderno, um swingasso porreta como dizem seus conterrâneos. Falei hoje desse expoente que valoriza muito o nosso cenário artístico e que ainda tem muita lenha pra queimar."

26 de nov. de 2010

Vinícolas começam a apostar no vinho orgânico

O uso de elementos químicos no cultivo das uvas e na fermentação da levedura está sendo deixado de lado, com a intenção de produzir vinhos orgânicos, que, além de mais saudáveis, são mais saborosos.


A onda dos orgânicos começa a reverberar nas taças de vinho de produtores e apreciadores da bebida no mundo todo. Na França, um grupo autointitulado "produtores de vinhos naturais" apregoa a não-intervenção absoluta no manejo das parreiras e na elaboração dos vinhos. Não usam química no cultivo e, em vez do dióxido de enxofre, cultivam leveduras para incentivar a fermentação.

Nicolas Joly, especialista francês em biodinâmica e autor de Vinho, do Céu à Terra, afirma que a casca das uvas possui conservantes naturais capazes de proteger a bebida. No Brasil, pesquisa realizada em 2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revelou que 56% das amostras de uvas coletadas no país apresentavam agrotóxicos acima do permitido.

De olho nesses dados, a Vinícola Lídio Carraro, de Bento Gonçalves (RS), promete, para novembro, o lançamento das primeiras garrafas naturais brasileiras. "A tarefa não é fácil", afirma Patrícia Carraro, uma das proprietárias. "As uvas pegam doenças muito facilmente. Sem defensivos, podem estragar antes do tempo, adoecer. Tentamos controlar a técnica para ter vinho orgânico de qualidade no mercado."

O afamado crítico de vinhos do The New York Times, Eric Asimov, vislumbra que a bebida ao natural pode revolucionar a viticultura. "A era dos orgânicos contribuiu para melhorar a qualidade e o sabor da comida. O mesmo pode ocorrer com os vinhos."

25 de nov. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


PRIMAVERA SILENCIOSA

Raramente um único livro altera o curso da história, mas Primavera Silenciosa, de Rachel Carson, fez exatamente isso. O clamor que se seguiu à sua publicação em 1962 forçou a proibição do DDT e instigou mudanças revolucionárias nas leis que dizem respeito ao nosso ar, terra e água. A preocupação apaixonada de Carson como futuro de nosso planeta reverberou poderosamente por todo o mundo, e seu livro eloquente foi...

PRIMAVERA SILENCIOSA
Rachel Carson
Editora Gaia

24 de nov. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas às terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h o maestro Celso Murilo fala sobre grandes nomes da musica nacional e internacional. Nesta quinta ele fala sobre "Guerra Peixe".


O maestro diz: "Hoje vamos falar de um mestre e se tratando de mestre, para falar qualquer coisa a gente tem que pedir licença, tirar o chapéu, etc. e tal. Mas esse que eu vou falar se eu fizesse isso ele ficaria uma fera, pois, era a modéstia em forma de gente, trata-se de Guerra Peixe. Estudioso, pesquisador de sons e tirava sons com orquestras que a gente não acreditava. Harmonicamente uma sumidade, estudou e pesquisou ritmos que a gente nunca ouviu falar. Escrevia batidas na percussão que quando se ouvia... que perfeição. Tinha obras editadas aos montes. Eu o conheci no Rio, ele gostou muito de mim porque eu também pesquisava direto, principalmente harmonia. Ele ia sempre ao meu apartamento com novidades para debatermos. Eu adorava, pois estava sempre aprendendo com um mestre. O instrumento dele era o violino mas ele gostava mesmo era de escrever para grandes orquestras. Onde estiver mestre, meu profundo respeito."

23 de nov. de 2010

ESPECIAL RIO VERDE FM


O Especial Rio Verde FM desta semana traz os principais momentos da vida e da carreira de um dos maiores músicos de todo o mundo. Estamos falando de João Donato de Oliveira Neto ou simplesmente João Donato. Ele nasceu na cidade de Rio Branco, capital do antigo território do Acre no dia 17 de agosto de 1934. Quando ele tinha apenas um ano e meio, sua família mudou-se para o Rio de Janeiro, onde seu pai faria um curso de aviação militar, retornando em 1939 à cidade de Rio Branco. João Donato era prodígio da arte da música, com apenas três anos cantava um grande sucesso da época chamado "Ébrio". Com seis anos, criou uma melodia que, anos mais tarde, teria o nome de "Lugar Comum". Nesta época já tocava flauta e acordeom de brinquedo. Com oito anos, ganhou uma sanfona de vinte e quatro baixos. Aos onze já possuía um acordeom de cento e vinte baixos. Em 1945 a Polícia Militar do Acre foi extinta e o pai de João Donato, pediu transferência para a cidade do Rio de Janeiro. A viagem durou três meses e neste período, ele já se apresentava nos barcos em que viajava com sua família, tocando acordeom ao lado de sua irmã Eneida, que tocava piano. Chegando ao Rio, Donato foi levado pelo pai para ter aulas de violino. Na primeira aula, seu professor perguntou se ele sabia tocar aquele instrumento. O garoto pediu para ficar um momento fechado em uma sala junto ao violino. Horas depois, perguntou ao professor que música gostaria que ele tocasse. Aos doze anos, João Donato se inscreveu no programa infantil de Ary Barroso. Quando ele entrou de "terninho" e seu acordeom de cento e vinte baixos, Ary não permitiu que o garoto se apresentasse, pois o apresentador detestava garotos prodígios.

O pai de João, militar severo e tradicional, queria que um dos filhos seguisse a carreira de aviador. A filha Eneida não poderia seguir a carreira militar, pois naquela época não se aceitava mulheres na aeronáutica. Donato seria o escolhido mas foi reprovado no exame de visão pois, é daltônico. A terceira opção era o irmão caçula porém, o garoto era míope. A solução foi transformar a filha Eneida em uma grande aeromoça. João Donato estava livre para a carreira musical. A partir de 1952, Donato tocou em todas as boates do Rio de Janeiro. Era admirado por Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Dick Farnei, Lúcio Alves, Silvinha Teles, pela namorada Dolores Duran e muitos outros artistas da época. Donato gostava apenas de música instrumental, dizia que suas composições não aceitavam letras. Somente anos mais tarde grande compositores colocariam poemas em suas melodias. Como era um gênio dos instrumentos musicais recorria aos grandes improvisos, talvez com certo excesso para época. Donato não conseguia tocar mais em conjunto, ninguém o acompanhava em seus improvisos. Tempos depois, ele viria a dar razão para os companheiros da época. Pois era difícil acompanhá-lo quando alterava tudo o que tinha ensaiado exaustivamente. Além disso, Donato sempre desligado, atrasava e as vezes não comparecia aos compromissos profissionais marcados. Com o tempo, João Donato não conseguia mais tocar em nenhum palco do Rio de Janeiro por isso, resolveu tentar a vida nos Estados Unidos.

O convite para ir tocar nos Estados Unidos partiu do violonista Nanai que trabalhava ao lado do "Bando da Lua", grupo que acompanhou Carmen Miranda até a morte. A parceria não deu certo, Donato mais uma vez produziu arranjos muito modernos para época e o grupo não conseguiu adaptar-se ao seu estilo. Desempregado e sem dinheiro, Donato resolveu procurar trabalho nas orquestras que se apresentavam em Los Angeles, com repertório de Merengue e Mambo misturados ao Jazz. Enquanto isso a Bossa Nova começava a estourar em terras brasileiras. Mesmo não estando presente, João Donato era lembrado em seus arranjos jazzísticos. Sua contribuição ao novo ritmo foi importantíssima, dizem que até sua maneira de tocar piano influenciou o jovem violonista João Gilberto. Em 1962 vários músicos brasileiros foram convidados à apresentar um show de Bossa Nova na cidade de Nova York. Os amigos brasileiros convidaram João Donato, que estava em Los Angeles para uma participação neste show. Mas João não pode comparecer, pois se esqueceram de enviar suas passagens. Com o tempo e muito esforço, João Donato permaneceu nos Estados Unidos e conseguiu estados de grande músico em terras americanas. João Donato gravou vários discos e tocou ao lado de grandes intérpretes daquele país. Hoje João Donato de volta ao Brasil é um dos grandes símbolos da Bossa Nova.

22 de nov. de 2010

Como é feita a reciclagem do óleo?


Para isso, existem vários procedimentos, mas o mais comum é o de transesterifi cação, que é o mais usado no Brasil. Nesse processo, o óleo reage com um álcool (metanol) e com um catalisador (soda cáustica).

Atualmente, não existe uma lei federal que obrigue os fabricantes a recolher e reciclar o óleo, mas muitos estados e municípios incentivam lanchonetes e restaurantes a encaminhar o material a locais adequados.


Também existem entidades que se responsabilizam pelo recolhimento do resíduo em bairros e estabelecimentos. Em todo o Brasil, empresas de reciclagem de oleo fazem parcerias com restaurantes, ONGs e supermercados para receber muitos litros da substância.

19 de nov. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


A PROSPERIDADE DO VÍCIO: UMA VIAGEM INQUIETA PELA ECONOMIA

Com momentos de suspense e sem “economês”, esse livro surpreendente leva o leitor a uma viagem no tempo, para revelar como a economia tem moldado a sociedade – do surgimento da agricultura à recente crise financeira em Wall Street. Reconstituindo as peripécias do homem para produzir e acumular riquezas, aponta para o futuro com indagações perturbadoras. Para onde o capitalismo nos conduz? A humanidade pode evitar o colapso ecológico? Narrativa vibrante em que história, política e meio ambiente se fundem para mostrar que o modelo econômico baseado na obsessão pela prosperidade está ultrapassado.

A PROSPERIDADE DO VÍCIO
Daniel Cohen
Editora Jorge Zahar

18 de nov. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h o maestro Celso Murilo fala sobre grandes nomes da musica nacional e internacional. Nesta quinta ele fala sobre Sílvio César.


O maestro diz: "Vou falar hoje de uma pessoa, um artista, um talento com uma inteligência fora de série, um perfeccionista: Sílvio César. Conheço o Sílvio a fundo pois convivemos muito tempo juntos, sabíamos do problema um do outro. Personalidade forte, marcante que, além disso tudo, é fluminense roxo e sabe de uma coisa, centro-avante bom de bola. O Sílvio nasceu em Minas mas foi para o Rio e virou carioca mesmo. Saudades meu amigo... Ele começou como cantor à noite, cantando muitas músicas internacionais principalmente americanas. Depois caiu sobre ele ondas de "apaixonites" e destampou a compor. Não poderia ser de outra maneira, foi o sucesso que é até hoje. Deus te ilumine sempre para continuar fazendo lindas músicas para tocarmos e manter esta garganta de outro sempre em ação."

17 de nov. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS

Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler. Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões que a própria, de tão impressionada, decidiu nos contar sua história, em "A Menina Que Roubava Livros", novo lançamento da editora Intrínseca, há um ano na lista dos mais vendidos do New York Times.

A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS
Markus Zusak
Editora Intrinseca

15 de nov. de 2010

Aumenta a concentração de fuligem na Amazônia


A equipe de Qualidade do Ar do CPTEC/Inpe – Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais divulgou nesta quarta-feira, dia 10 de novembro, dados um tanto quanto preocupantes com relação à Amazônia: a concentração de fuligem – partículas pretas emitidas no ar durante as queimadas e conhecidas como “aerossóis” pelos especialistas – aumentou significativamente nos anos de 2008 e 2009.

De acordo com os pesquisadores, há dois anos a quantidade de fuligem na Amazônia era inferior a 0,1 AOD – Espessura Ótica do Aerossol. Hoje, no entanto, os sensores do Instituto chegaram a registrar picos acima de 1 AOD durante as queimadas na região, que são mais intensas nos meses de agosto e setembro.

A alta concentração de fuligem na Amazônia pode comprometer seriamente o clima da região nas áreas onde há ocorrência de queimadas e, também, em outras localidades. Isso porque, segundo estudos recentes e preliminares sobre o assunto, essas partículas poluentes afetam o regime de chuvas da área e, consequentemente, intensificam as secas amazônicas. Além disso, as partículas são facilmente espalhadas pela ação do vento, prejudicando outras regiões do país.

A fuligem ainda representa um sério risco para a saúde das pessoas que vivem em locais onde a concentração da substância é considerada acima do normal. Segundo especialistas da área de saúde pública, inalar essas partículas poluentes, de forma constante e em grande quantidade, pode aumentar significativamente o risco de doenças respiratórias.

11 de nov. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO


O VENDEDOR DE SONHOS

Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida. Ninguém sabe sua origem, seu nome sua história. Proclama aos quatro ventos que a sociedades modernas se converteram num hospício Global. Com uma eloqüência cativante, começa a chamar seguidores para vender sonhos. Ao mesmo tempo em que arrebata as pessoas e as liberta do cárcere da rotina, arruma muitos inimigos. Será ele um sábio ou um louco? Este é uma romance que nos fará rir chorar e pensar muito.

O VENDEDOR DE SONHOS
Augusto Cury
Editora Academia de Inteligência

8 de nov. de 2010

TOQUE SEM RETOQUE

Todas as terças e quintas às 08h com reapresentação às 18h o maestro Celso Murilo fala sobre grandes nomes da musica nacional e internacional. Nesta terça ele fala sobre Zizi Possi.


O maestro diz: "Hoje vou falar de ternura, doçura, sabe por quê? Porque vamos falar de Zizi Possi. Vocês conhecem uma voz mais doce, mais educada do que a da Zizi? Eu não conheço. Além de ser uma voz com essas qualidades, sua voz é um instrumento e muito bom. Ela com esse material vocal se encaixa nos arranjos com uma perfeição invejável, com uma interpretação terna, doce, fora de série. Gostaria de ver a Zizi cantar uma música com um pouco mais de balanço pra sentir se ela tem os dois lados. Se não tiver também não vai perder ponto nenhum, pois o banho que ela dá no estilo romântico, não precisa mais nada. Só uma curiosidade: Zizi você é das melhores mesmo."

6 de nov. de 2010

ROTEIRO CULTURAL


GILBERTO GIL E BEM GIL NA CASA COR BAHIA

O cantor e compositor Gilberto Gil se apresenta ao lado do filho Bem Gil, que assume o segundo violão. Nesse encontro, pai e filho apresentam, pela primeira vez na capital baiana, o projeto acústico do CD Bandadois, álbum que traz canções como Esotérico, Saudade da Bahia, Amor Até o Fim e Expresso 2222.

O show traz no repertório grandes sucessos do cantor baiano e composições feitas em parceria com amigos e com o próprio Bem. Depois do evento, o som da fica por conta do DJ Enrico Masiero, que mostra o melhor da lounge music.
A apresentação faz parte do projeto Show na Casa, promovido pela Casa Cor Bahia 2010.

Horário: 18h dia 07/11
Casa Cor Bahia
Rua José Pancetti - 7
Barra - Salvador/Bahia

5 de nov. de 2010

Agora Rio Verde FM no seu celular


Agora você pode escutar a rádio Rio Verde FM direto no seu Iphone, através do Itunes. Rio Verde FM, muito mais música de qualidade agora também no seu Iphone.

Clima pode extinguir centenas de espécies dentro de 50 anos

O estudo tomou por base a existência de “envelopes” ambientais para cada espécie, ou seja, a idéia de que uma série de condições, como precipitação, temperatura e sazonalidade influem na sobrevivência daquele grupo de seres vivos.

Um estudo coordenado pelo biólogo britânico Chris Thomas, da Universidade de Leeds, e publicado na revista Nature, reuniu o trabalho de pesquisadores de várias partes do mundo (entre eles, a bióloga brasileira Marinez Ferreira de Siqueira, do Centro de Referência em Informação Ambiental, de Campinas) prevê que com um aumento de 2ºC na temperatura média mundial, poderiam ser extintas até 52% das espécies devido ao desaparecimento dos seus hábitats naturais.

Marinez, ao analisar os efeitos das alterações climáticas nas árvores do Cerrado, identificou a possibilidade de redução desta área em 25% em 50 anos (ao usar um cenário mais conservador, isto é, de aumento de 0,5% ao ano no gás carbônico presente na atmosfera), índice que poderia chegar a 90% num cenário menos conservador (com aumento de 1% no CO2 ao ano).

O estudo tomou por base a existência de “envelopes” ambientais para cada espécie, ou seja, a idéia de que uma série de condições, como precipitação, temperatura e sazonalidade influem na sobrevivência daquele grupo de seres vivos. Numa segunda etapa, foram usados modelos para projetar cenários futuros quanto a estas condições, o que permitiu identificar se tais espécies teriam possibilidade de continuar existindo ou não.

3 de nov. de 2010

MOMENTO LITERÁRIO



AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL - CONCEITOS E MÉTODOS

Estudos de avaliação de impactos ambientais vêm ganhando extraordinária importância para empreendedores e instâncias oficiais que licenciam as atividades econômicas, à medida que na sociedade cresce a consciência ambiental e as decisões devem ser tomadas em base de estudos técnicos sérios e bem fundamentados. Este livro trata da realização desses estudos!

Combinando clareza e rigor teórico, o texto apresenta e analisa as várias tarefas da preparação de estudos ambientais, ligando a técnica ao contexto legal, sempre com referência a boas práticas internacionais. Casos históricos (20 nacionais e 12 internacionais) enriquecem esta obra, abordando variados empreendimentos, como hidrelétricas, minerações e sistemas de transporte.

"Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos" é didático ao estudante, ultrapassando a formação nessa disciplina, como é útil ao profissional, por ser excelente fonte de consulta; os técnicos dos órgãos de licenciamento e planejamento ambientais encontrarão farto material de referência e reflexão.

AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL - CONCEITOS E MÉTODOS
Luis Enrique Sánchez
Editora Oficina de Textos